terça-feira, 23 de novembro de 2010
Creative no Programa do SBT
segunda-feira, 21 de junho de 2010
RUMO À ISO 14001
ISO 14000 é uma série de normas desenvolvidas pela International Organization for Standardization (ISO) e que estabelecem diretrizes sobre a área de gestão ambiental dentro de empresas .
- O sistema de gestão ambiental deve interagir com outros sistemas de gestão da empresa.
- A norma se aplica a qualquer tipo de empresa, independente de suas características, cultura, local e outros.
- A ISO 14001 tem como foco a proteção ao meio ambiente e a prevenção da poluição equilibrada com as necessidades sócio-econômicas do mundo atual.
- A norma tem vários princípios do sistema de gestão em comum com os princípios estabelecidos na série de normas ISO 9000.
Benefícios e resultados:
Para a obtenção e manutenção do certificado ISO 14000, a organização tem que se submeter a auditorias periódicas, realizadas por uma empresa certificadora, credenciada e reconhecida pelos organismos nacionais e internacionais.
Nas auditorias são verificados o cumprimento de requisitos como cumprimento da legislação ambiental, diagnóstico atualizado dos aspectos e impactos ambientais de cada atividade, procedimentos padrões e planos de ação para eliminar ou diminuir os impactos ambientais sobre os aspectos ambientais e pessoal devidamente treinado e qualificado.
Entretanto, apesar do fato de que as empresas estejam procurando se adequarem, a degradação ao ambiente continua em ritmo crescente.
Apenas um número pequeno de empresas busca a sustentabilidade e as melhorias conseguidas são pequenas diante da demanda crescente por produtos e serviços, originadas do desenvolvimento econômico.
Segundo o relatório Planeta Vivo, desenvolvido pela organização WWF em 2002, a humanidade consome cerca de 20% mais recursos naturais do que a Terra é capaz de repor sozinha.
fonte: wikipédia
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Já somos ISO 9001:2008

O que muda?
"Num mundo cada vez mais globalizado e dinâmico, também as normas precisam se adequar. O processo de revisão da ISO 9001:2008 mantem sua essência inalterada, isto é, os oito princípios de gestão, a abordagem de processos, os títulos e campo de aplicação e estrutura continuam vigentes, só que aperfeiçoados, com maior clareza e melhoria na tradução, aumentando a consistência com a família 9000 e a sinergia com os conceitos da gestão ambiental da ISO 14000." Disponível no site da SGS. http://www.br.sgs.com/pt_br/theproof_br-home/theproof_br_1/as_mudancas_na_iso_9001_2008_theproof_br.htm
Agradecemos o empenho e colaboração de todos.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Revista UPpharma - Março/Abril 2010
Fornecedores mais conceituosos da industria farmaceutica
A pesquisa realizada pela revista UPpharma esta em seu segundo ano e contou com aumento de 70% dos laboratórios participantes, totalizando 58 empresas do ramo que foram entrevistadas.
"Isso prova que a Pesquisa Top Suppliers,...se consolida como uma ferramenta de trabalho importante, que estimula a troca de experiencias entre os executivos dos laboratorios, permitindo que eles conheçam a opinião dos próprios colegas de trabalho em relação aos fornecedores do setor....destaca Nelson Coelho, Diretor da Revista UPpharma.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
A Cretive Design, sempre inovando os seus produtos,lança agora as mais novas idéias para 2010.
Oferecendo diferentes opções de brindes promocionais para quem busca soluções criativas e arrojadas.E o seu pedido continua o mesmo:com pontualidade, empenho, agilidade e principalmente confiança, satisfação e qualidade.
Abaixo algumas das novidades do catálogo 2010.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Um estouro de idéias! Coleção 2010

domingo, 2 de agosto de 2009
Prêmio Free Shop Quality - 2008/2009

Em cerimônia realizada na quarta-feira dia 29 de julho, no HSBC Brasil em SP, foram revelados os vencedores dentro do segmentos produtos promocionais, servicos e eventos, materiais para merchandising no PDV e a nova premiacao Brazil Promotion Idea.
A Creative Design mais uma vez se destacou em 1 lugar, agora na categoria - ARTIGOS DE USO PESSOAL (que envolvem produtos promocionais como MP3, porta-cartao, chaveiro e outros).
A pesquisa foi realizada durante o ano de 2008 e a avaliacao considerou a qualidade de produto ou servico, atendimento diferenciado e respeito ao prazo de entrega.
Mais uma vez - Parabéns!!!
terça-feira, 30 de junho de 2009
Difícil é vender a mesma coisa pela segunda vez

A venda é boa quando o cliente percebe a relevância que o produto ou serviço vai trazer para a sua vida. A segunda venda acontece quando o cliente ficou satisfeito.
Por Eduardo Zugaib
Vender algo pela primeira vez para alguém é fácil. Difícil é vender a segunda.
Você já parou para pensar que nascemos nos vendendo? Nosso primeiro choro nada mais foi que um anúncio nosso, mostrando-nos essenciais na vida dos nossos pais, criando nestes nossos “clientes” a certeza de que podiam confiar: ali estava um bom produto.
Depois da certeza do primeiro choro - o choro mais desejado - convencê-los de que “manha” e algo errado não eram a mesma coisa tornou-se bem mais trabalhoso.
A segunda venda para o mesmo cliente está para os negócios como todos os nossos demais choros para os nossos pais.
O convencimento é mais difícil porque já se criou um parâmetro, uma certeza a respeito do índice de confiabilidade que carregamos. Já se conhece o produto e, principalmente, o índice de confiança de quem oferece.
Como publicitário, me surpreendi muitas vezes com vendedores que se aproximaram perguntando “como poderíamos tirar dinheiro desse ou daquele cliente”, tirando da manga os mais diversos truques, atalhos aos quais recorrem para atingir metas, para fechar o mês, esquecendo-se do princípio básico do marketing e da venda: a troca com satisfação para ambas partes.
No dia-a-dia, fazer parte das chamadas listas de clientes VIPs, mesmo ouvindo isso em uma manhã de sábado, via telemarketing, pela voz de um operador que sequer ele próprio comprou a ideia do que tenta vender, é um destes artifícios.
Outra abordagem que convence pouco é aquela quando, dentro de shoppings e grandes lojas, param você e perguntam se você já “retirou seu brinde”.
São estratégias normalmente conduzidas por jovens inexperientes que, apesar de precisarem ganhar a vida, raramente ultrapassam alguns meses nesse emprego.
Evidência que, em vendas, a regra de ouro também vale: não faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem a você. Substitua o verbo “fazer” pelo “vender” nessa frase e entenda o espírito da coisa.
A venda é boa quando o cliente percebe a relevância que o produto ou serviço vai trazer para a sua vida. Um presente é detalhe, é fumaça nos olhos que até pode criar algum impulso na hora, desviando a atenção daquilo que realmente se está comprando.
A questão é: será que o cliente realmente ficou satisfeito? A verdade surge, inexoravelmente, na hora da segunda venda.
Fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/06/12/dificil-e-vender-a-mesma-coisa-pela-segunda-vez - Eduardo Zugaib (falecom at eduardozugaib.com.br) é profissional de comunicação, escritor e palestrante em criatividade aplicada ao crescimento pessoal. Mantém o site Eduardozugaib.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Propaganda de medicamentos
Propaganda de medicamentos: Anvisa esclarece itens da norma
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (21), uma Instrução Normativa (IN nº 5/2009) que detalha alguns itens da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) de número 96, relativa a propaganda de medicamentos. Foi publicada ainda uma resolução (RDC nº23/2009) que altera pontos da RDC 96. De acordo com a Instrução Normativa (IN), a indústria farmacêutica poderá manter a distribuição de brindes institucionais, desde que estes materiais não tragam propaganda de medicamentos, bem como publicações utilizadas para atualização profissional. Além disso, a instrução esclarece que as listas de Preços Fábrica (PF) e Preços Máximos ao Consumidor (PMC), reguladas pela Lei nº 10.742, de 6 de outubro de 2003, não estão sob a regulamentação do artigo 18 da RDC 96/2008. Esse artigo trata de materiais que as drogarias produzem para divulgar seus preços diretamente ao consumidor. Já a resolução publicada altera o artigo 25 da RDC 96/2008. Esse artigo limitava a veiculação de propagandas de medicamentos nos intervalos de programas destinados a crianças e adolescentes. Somente ficou mantida a restrição para o público infantil. A RDC 96 foi publicada em dezembro passado e passará a vigorar no dia 16 de junho, 180 dias após a sua publicação.
FONTE: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa \ Panews
quinta-feira, 14 de maio de 2009
O QUE OS COMPRADORES QUEREM
Saiba como conquistar consumidores com atitudes simples, mas essenciais para se concretizar uma boa venda e uma futura fidelização Já aprendemos que tecnicamente todos somos vendedores. Afinal, estamos sempre vendendo algo, não necessariamente produtos ou serviços, mas nossa imagem pessoal, a satisfação por nossa companhia, a reflexão proporcionada por nossas idéias.
Todavia, no mundo corporativo, estive a maior parte do tempo sentado do outro lado da mesa em relação aos profissionais de vendas, portando o crachá de comprador. Por isso, gostaria de compartilhar com vocês, à luz de minha experiência, as respostas que julgo adequadas à seguinte questão: O que os compradores querem?
1. Prestatividade: os compradores querem ser atendidos conforme sua agenda, e não a do vendedor. Isso lembra aquele chefe com problemas de fuso-horário: solicita tudo com atraso e deseja respostas e resultados para ontem. Também somos assim.
Retardamos ao máximo a compra de determinado produto ou contratação de um serviço, seja por má administração do tempo, por falhas de gerenciamento ou até mesmo porque a requisição chegou de fato tarde ao nosso departamento. Nesta hora, o vendedor prestativo larga o páreo com uma cabeça de vantagem.
2. Atenção: queremos ser ouvidos. Talvez Freud explique o motivo, mas o fato é que convém ao bom vendedor sentar-se diante de seu cliente e simplesmente ouvi-lo. Guarde seus argumentos para um segundo momento. No final, você conseguirá demonstrar que técnica e comercialmente sua solução é a mais adequada. Lembre-se de uma máxima da neurolingüística:
concorde 100% com 1% do que seu cliente disser. E conquiste-o.
3. Simpatia: compradores vivem sob pressão de todos os tipos. Precisam comprar tudo pelo menor preço, com o prazo de pagamento mais dilatado, com a qualidade mais elevada. Devem desenvolver novos fornecedores e são responsabilizados quando algum suprimento não atende às expectativas ou às conformidades. Em outras palavras, o dia-a-dia é duro. Por isso, guarde consigo seus rancores, insatisfações e frustrações. Um vendedor com presença de espírito, semblante sereno e naturalidade transmite segurança e confiabilidade.
4. Sinceridade e honestidade: esperamos encontrar pessoas sinceras, capazes de dizer a verdade ainda que, ao fazê-lo, corram o risco de perder a venda. Não há nada pior do que o vendedor que promete tudo e não cumpre nada. Aquele típico "tiranossauro-tirador de pedido", que vende o que não pode entregar. Isso se transforma em fonte de ressentimentos, tempo
desperdiçado, angústia e frustração. Seja honesto e ganhe seu cliente não para um negócio, mas para muitos.
5. Preço e prazo compatíveis: é certo que alguns setores como o supermercadista, por exemplo, ainda se utilizam de práticas leoninas, onde as condições são impostas pela empresa, cabendo ao fornecedor acatá-las ou não. Todavia, há um consenso no mercado quanto às vantagens das relações de ganho mútuo. Fala-se inclusive em "ganha-ganha-ganha", ou seja, cliente, fornecedor e sociedade são beneficiados por práticas comerciais éticas e responsáveis. O fato é que temos nossas condições de fornecimento, mas sempre é possível flexibilizá-las dependendo mais do 'como' do que do 'quanto' o vendedor precisa.
A regra de ouro da qualidade ensina que sai mais barato fazer certo da primeira vez. Analogamente, quando compramos errado, da empresa errada, ou do profissional errado, estamos não apenas assumindo os riscos do retrabalho. Estamos colhendo espinhos, assinando nosso próprio atestado de incompetência.
Tom Coelho é palestrante e autor de artigos sobre Qualidade de Vida, Marketing Pessoal, Empreendedorismo, Liderança e Relações Profissionais, entre outros temas. Com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP também é empresário, consultor, professor universitário e escritor.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Up Pharma - Os melhores fornecedores de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Case de sucesso - Vestidos de princesas em contos de fada.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Bill Porter - A história de um vendedor de sucesso
Bill Porter - A história de um vendedor de sucessoMas Bill era especial não no sentido físico ou intelectual – nisso ele era apenas diferente, e sim em sua inabalável determinação. Já adulto, decidiu que não podia se permitir continuar vivendo à custa da previdência e sob os cuidados de sua mãe. E foi justamente esta que lhe deu o apoio necessário, pois o ajudou a ver que ele pensava e caminhava mais lento que as outras pessoas, mas, apesar disso, pensava e caminhava. Bastava, portanto, que encontrasse um trabalho que fosse adequado ao seu ritmo, à sua velocidade.E Bill decidiu ser vendedor porta-a-porta.
Sua determinação foi fundamental desde o começo, pois teve as propostas de emprego negadas sistematicamente, até invadir o escritório do chefe de vendas da Watkins, uma empresa de produtos de limpeza, e desafiá-lo a lhe dar, para trabalhar, a pior parte do pior bairro da cidade de Portland, aquela que os demais vendedores haviam recusado. Talvez para se livrar do insistente candidato, o responsável deu-lhe a vaga. E nunca se arrependeu disso. Há quatro décadas Bill trabalha na mesma empresa, colecionando clientes, admiradores, prêmios de venda e até medalhas de honra. Tudo graças a seu imenso estoque de determinação, que substituiu com vantagens a inteligência tradicional e o vigor físico. Bill Porter é um homem que dá sentido ao ditado “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.

Em uma das cenas mais comoventes do filme, o vendedor novato senta-se em um banco da rua para comer seu almoço, após ter realizado a primeira série de visitas oferecendo detergentes – todas infrutíferas e frustrantes. Ao desembrulhar o sanduíche que sua mãe lhe preparara, lê uma palavra escrita com molho de tomate sobre o pão. Ao virá-lo, encontra mais uma. A primeira era paciência, a segunda persistência.
Bill relata o impacto que as palavras pintadas no pão tiveram sobre seu estado de espírito, pois sem essas duas qualidades ele teria desistido muito cedo de sua saga de vendedor. O belo dessa história é que Bill não é único – ele é apenas um símbolo. A paciência e a persistência estão presentes em todas as histórias em que alguém conquista algo, troca uma situação por outra melhor, atinge um objetivo, realiza um sonho.
Preparar-se tecnicamente e estar no lugar certo na hora certa são atributos fundamentais, mas, considerando as dificuldades crescentes em todas as áreas da chamada vida moderna, elas são necessárias, mas não suficientes. Há qualidades humanas que a escola e outras facilidades não podem substituir. Entre elas está aquela que se convencionou chamar de determinação, que pode ser fracionada em paciência e persistência.
Porém, a determinação não pode estar divorciada do objetivo.O filósofo alemão Nietzsche disse que “quem tem por que viver agüenta qualquer como”. A sabedoria contida nessa curta frase é imensa. A paciência com a situação atual e a persistência sustentada por uma idéia têm compromisso com o futuro, que se deseja melhor. Continuar persistindo sem sucumbir às dificuldades e buscar forças em reservatórios que pareciam vazios dependem do compromisso com o objetivo, e este está sempre deslocado no tempo. Não está no aqui e no agora. Está no amanhã, em algum lugar. E é nessa combinação que reside a diferença entre os que persistem e se aquietam diante do insucesso momentâneo e os que se impacientam e se desesperam.
Paciência e persistência são atributos raros, especialmente quando combinados. A boa notícia é que eles podem ser aprendidos, e há bons mestres nessa matéria. O primeiro mestre é a experiência própria. O segundo é a história, presente nos livros, nos companheiros mais velhos, nos pais, nos conselheiros. A história de quem já viveu, já experimentou e por isso pode contar ofilme sabor da vida, que de amarga pode se tornar doce quando a perseverança vence a indolência e a desesperança.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
1º Encontro Nacional de Vendas - Creative Design
Esse espaço esta aberto para Fóruns, Cases, Reportagens, Idéias e outros.






